Ribeirão Preto, situada sobre a Formação Adamantina com altitude de 546 metros, experimentou um crescimento vertical acelerado que pressiona os limites da geotecnia local. O arenito fino com cimentação carbonática, típico do pacote sedimentar da região, colapsa sob saturação — fenômeno que exige um projeto de ancoragens ativas e passivas onde a carga de trabalho seja compatível com a variabilidade do substrato. A ABNT NBR 5629:2018 estabelece os critérios de dimensionamento, execução e ensaios, e o ensaio CPT permite mapear com precisão as zonas de baixa resistência antes da definição do comprimento livre e do bulbo.
Em solos colapsíveis como os de Ribeirão Preto, a carga de ensaio de qualificação deve atingir 1,75 vez a carga de trabalho para ancoragens permanentes.



