Um erro recorrente em obras na região é tratar o solo de Ribeirão Preto como homogêneo. A cidade se assenta sobre arenitos da Formação Botucatu e solos residuais que, quando submetidos a cargas ou variações de umidade, colapsam de forma brusca. O projeto de injeções de calda de cimento precisa mapear essa heterogeneidade — sem isso, a aplicação vira desperdício de material e risco estrutural. Antes de qualquer furo, nosso laboratório cruza dados de sondagens SPT com a caracterização granulométrica e o grau de fraturamento da rocha, definindo pressões de injeção e volumes de calda que realmente penetram nos vazios do maciço. O resultado é uma malha de tratamento que estabiliza o terreno sem recalques diferenciais inesperados.
Microcimentos com D95 inferior a 20 µm penetram em fraturas de arenito que caldas convencionais simplesmente não alcançam.



